Dúvidas de quem tem balcão.

O que donos de bares, lanchonetes e comércios perguntam antes de colocar um jogo no balcão. Respostas curtas, com os números e as fontes.

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O que é um advergame, na prática?

É um jogo feito com a marca, para a marca. No caso da Montaggio, um jogo curto que abre no celular do cliente, com os seus produtos, as suas cores e o seu nome. Para jogar, o cliente usa vidas; cada compra de um produto participante libera uma vida, e os pontos viram prêmios no seu balcão.

A diferença para um anúncio comum é que ninguém é interrompido: a pessoa escolhe jogar. Tipos, exemplos e história no guia sobre o que é advergame.

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Meus clientes vão mesmo querer jogar?

82,8%dos brasileiros dizem consumir algum tipo de jogo digital

E o celular é a plataforma preferida, citada por 40,8% dos entrevistados, à frente de console e computador. A pesquisa ouviu 6.282 pessoas. Ou seja: jogar no celular já é hábito, e não é coisa só de adolescente.

Fonte: Pesquisa Game Brasil 2025, via Canaltech

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O cliente precisa baixar um aplicativo?

272 mide smartphones em uso no Brasil, cerca de 1,3 por habitante

Não precisa. O jogo é feito em HTML5 e abre direto no navegador do celular, por um link ou QR code. Sem loja de aplicativos, sem cadastro obrigatório e sem ocupar memória do aparelho. Quem tem um smartphone já consegue jogar.

Fonte: FGVcia, 36ª Pesquisa Anual do Uso de TI (2025)

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QR code não vai complicar para o cliente?

148 mide pessoas fizeram ou receberam ao menos um Pix em 2025

O brasileiro já aponta a câmera para QR code todo dia para pagar com Pix. Por isso a vida chega do mesmo jeito: um QR no copo, na comanda ou no cupom. O cliente escaneia e está jogando em segundos.

Fonte: Banco Central, Relatório de Gestão do Pix 2023-2025, via BM&C News

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Advergame funciona mesmo?

38conjuntos de dados reunidos numa meta-análise sobre advergames

A resposta honesta: funciona para criar simpatia pela marca, mas não necessariamente para fazer alguém decorar o nome. A meta-análise publicada no Journal of Advertising concluiu que as pessoas têm atitude mais positiva diante de advergames do que de outros formatos de anúncio, mas lembram menos da marca.

É por isso que o jogo da Montaggio não depende de lembrança: a vida vem de uma compra feita ali, no seu balcão, e o prêmio é retirado no mesmo lugar. O resultado aparece no caixa, não numa pesquisa de memória.

Fonte: van Berlo et al., “The Gamification of Branded Content: A Meta-Analysis of Advergame Effects”, Journal of Advertising, 2021

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Por que focar em fazer o cliente voltar?

+5% → +25%mais 5% de clientes retidos renderam mais de 25% de lucro (serviços financeiros)

O estudo clássico de Fred Reichheld, da Bain & Company, mostrou que cliente fiel custa menos para atender, compra mais com o tempo e indica outras pessoas. O número exato varia de setor para setor, mas a lógica vale para o balcão: quem já te conhece é o cliente mais barato de trazer de volta. Veja 10 ideias de fidelização para bares e lanchonetes.

Fonte: Reichheld & Detrick, “Loyalty: A Prescription for Cutting Costs”, Marketing Management, 2003 (PDF, Bain & Company)

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Posso dar prêmio? Preciso de autorização?

Pode, mas com cuidado. A Lei 5.768/1971 diz que distribuir prêmios como propaganda, por sorteio, vale-brinde, concurso ou operação assemelhada, depende de autorização prévia do Ministério da Fazenda.

A lei só dispensa a autorização em concursos exclusivamente culturais, artísticos, desportivos ou recreativos que não estejam ligados à compra de nada. Como no nosso modelo a vida vem de uma compra, o mais seguro é tratar a campanha como promoção que precisa de autorização e validar a mecânica com um advogado antes de lançar. A gente ajuda a desenhar uma mecânica viável.

Fontes: Lei 5.768/1971, arts. 1º e 3º (Câmara dos Deputados) · Serviço de autorização no gov.br

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Dá para fazer campanha com cerveja?

Dá, seguindo as regras do CONAR para bebida alcoólica (Anexo A do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária). Em resumo: a comunicação se dirige a adultos, quem aparece deve ser e parecer maior de 25 anos, nada de linguagem ou personagens que atraiam crianças, e entra uma frase de advertência como “Beba com moderação”.

No jogo, isso vira confirmação de idade na entrada, personagens adultos e aviso de consumo responsável na tela.

Fontes: CONAR, Código e anexos · Migalhas, sobre o Anexo A

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E os dados dos jogadores? Tem LGPD?

Tem, e a gente segue. A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) vale para qualquer dado pessoal, como nome no ranking ou telefone. Por isso coletamos só o necessário, explicamos para que serve, pedimos consentimento quando ele é a base legal e permitimos que o jogador peça a exclusão. Para crianças, a lei exige consentimento específico de um dos pais ou responsável.

Fonte: Lei 13.709/2018, LGPD (Planalto)

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Quanto custa e quanto tempo leva?

Depende do tamanho do jogo, da arte e de quanto tempo a campanha fica no ar, por isso não publicamos tabela. O caminho é sempre o mesmo: briefing, conceito, protótipo jogável, arte e som, publicação e medição. Você joga o protótipo antes da arte final e só seguimos se estiver divertido.

Conte o que você vende no WhatsApp e respondemos com uma ideia de jogo e uma proposta.

Fontes

  1. Pesquisa Game Brasil 2025 (Canaltech, 2025)
  2. FGVcia, 36ª Pesquisa Anual do Uso de TI (FGV EAESP, 2025)
  3. Relatório de Gestão do Pix 2023-2025, Banco Central (BM&C News)
  4. van Berlo, van Reijmersdal, Smit & van der Laan, Journal of Advertising (2021)
  5. Reichheld & Detrick, Marketing Management (2003)
  6. Lei 5.768/1971 e autorização de promoções no gov.br
  7. CONAR, Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, Anexo A
  8. Lei 13.709/2018 (LGPD)

Conteúdo informativo, atualizado em outubro de 2026. A Montaggio não presta assessoria jurídica: para cada campanha, recomendamos validar o regulamento com um profissional.

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